ESCOLA BOSQUE

Artigo 11 - 14 anos

A INDÚSTRIA E SEUS PROBLEMAS AO MEIO AMBIENTE

Quando falamos de indústrias, é normal pensarmos em: automóveis, máquinas, dispositivos, entre outros, porém, o que é pouco pensado é que o custo de todas essas criações é o bem do nosso planeta e os seres que habitam nele, incluindo os humanos. Como principais problemas disso tudo tem o aquecimento global, a alteração na fauna e na flora, a contaminação da água e o desbalanço na cadeia alimentar, e falaremos deles agora.

O aquecimento global:

O aquecimento global é um fenômeno que vem bastante sendo registrado nos últimos tempos. Os impactos e as consequências desse fenômeno vêm sendo muito discutidos ultimamente, o que sabemos é que essa dificuldade é por causada emissões dos gases da estufa, que aumentam a temperatura do planeta, causando um enorme risco à população mundial.

Uma das principais consequências desse fenômeno tão discutido, é o derretimento das geleiras, o que influencia muito na vida dos ursos polares, afinal sem gelo, sem focas, a aumento fome e consequentemente os ursos morrem.

(Figura 1)

//blogdopedlowski.com/2018/04/02/antartida-gelo-esta-derretendo-no-assoalho-oceanico-mais-rapido-do-que-previsto-anteriormente/

Um fator que influencia muito no aquecimento global é a poluição do ar, que é gerada pela queima dos combustíveis fósseis, um dos exemplos desse problema é a gasolina. Estima-se que até a final do século XXI a temperatura do mundo pode sofrer um aumento de 2 graus.

(Figura 2)

//blog.ecovec.com/2018/05/14/o-aquecimento-global-contribui-para-proliferacao-do-aedes/

Em segunda análise, temos a chuva ácida, outro fator que define a poluição do ar, o que causa esse tipo de chuva é o resultado de gases poluentes que são jogados na atmosfera por causa das queimas de combustíveis e de carvão.

Uma alteração na fauna e na flora:

O crescimento urbano e industrial também foi responsável pela devastação das florestas brasileiras, gerando desequilíbrio na fauna e flora. Com a redução da mata nativa, diversos animais e plantas foram extintos ao longo dos anos. Ainda existem espécies ameaçadas e que podem desaparecer do planeta muito brevemente.

Segundo reportagem do G1, apenas entre os anos de 2017 e 2018 houve um crescimento de 13,7% no desmatamento da Amazônia. Para 2020, esse número é mais alarmante ainda. Um estudo publicado no Jornal da USP de 7 de agosto de 2020, aponta para um crescimento de 34% no desmatamento da Amazônia de agosto de 2019 a julho de 2020.

Uma outra dificuldade que potencializa muito na alteração na fauna e na flora é a abundante devastação de florestas, como um exemplo desse obstáculo, temos nosso querido e amado São Paulo, pois o desmatamento nos últimos 12 meses é mais intenso do que nos últimos 10 anos.

No período de julho e agosto, a área devastada é equivalente a quase 10 vezes o tamanho da cidade do Rio de Janeiro, esses dados foram divulgados no dia 18/08/2021, pelo Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amazônia (IMAZON). A estimativa é que quase 94% da devastação dessas florestas seja ilegal e iniciada pela falta de policiamento local.

(Figura 3)

//www.jornalvetornorte.com.br/politicas-de-protecao-da-biodiversidade-tem-avancos-no-brasil/

A contaminação da água:

Mesmo havendo leis que proíbam, muitas indústrias, continuam a lançar resíduos tóxicos em grande quantidade nos rios, uma vez que é comum formar-se uma pequena espuma ácida na superfície da água, que, dependendo da fonte de poluição, pode ser composta principalmente de chumbo e mercúrio. Essa espuma pode causar a mortandade da flora e da fauna desses rios. E esses agentes poluidores contaminam também o organismo de quem consome peixes ou quaisquer outros produtos dessas águas.

(Figura 4)

//istoe.com.br/377875_CONTAMINADO/

Um exemplo desses acontecimentos é o acidente no rio dos Sinos, onde milhares de peixes morreram pela contaminação do rio com dejetos químicos, lançados pelas empresas, esse caso ocorreu no Rio Grande do Sul, em outubro de 2006.

O desbalanço da cadeia alimentar:

Algumas das tribulações citadas acima compõem este, pois o desbalanço da cadeia alimentar ocorre tanto pela poluição do ar, quanto pelo desmatamento (legal ou ilegal), visto que muitas espécies da vegetação serão extintas por conta desses desastres. Isso ocasionará a falta de alimentos para os animais que migrarão para outras regiões, desequilibrando o ecossistema.

A grande migração de pássaros, por exemplo, causa o aumento da quantidade de insetos, o que por sua vez, gera tendência à elevação de epidemias, devido ao fato de muitos desses insetos serem transmissores de doenças.

Dessa maneira, como podemos perceber, há um desbalanço na cadeia alimentar e um impacto no equilíbrio ambiental. Quando não existe a vegetação que alimenta os animais, eles podem deixar de existir. Todas essas consequências no ecossistema afetam diretamente o desenvolvimento sustentável.

Concluímos então que, muitas das problematizações conhecidas e discutidas são ocasionadas pelo mesmo motivo, a falta de cuidado que tanto as indústrias, quanto as populações têm com o meio ambiente. Algumas formas possíveis de mudar isso é com mais educação, cuidado nessa área de sustentabilidade e investimentos de grandes empresas em projetos que ajudem nessa conscientização com o nosso planeta.

Um exemplo de intervenção que tem como objetivo preservar a Terra é o projeto piloto chamado de Orca que tem o propósito de capturar os gases poluentes e transformá-los em pedras.

Disponível também em:

//www.sobiologia.com.br/conteudos/Agua/Agua7.php

//blog.safesst.com.br/industria-e-meio-ambiente-quais-os-impactos/

//brasilescola.uol.com.br/geografia/o-desmatamento.htm

//guiadoestudante.abril.com.br/estudo/dia-mundial-do-meio-ambiente-conheca-algumas-causas-da-poluicao-do-ar/

//www.tecconcursos.com.br/questoes/1514345

//www12.senado.leg.br/noticias/infomaterias/2021/09/o-aquecimento-global-no-limite

//bhoraconsultoria.com.br/os-principais-impactos-entre-a-industria-e-o-meio-ambiente/

Turma: 9° Ano

AUTORES:

GUILHERME FORAMRENGO BERNARDO;

GUILHERME SEVERIANO DE FIGUEIREDO DIAS;

NICOLAS SILVEIRA DE PINHO;

MANUELLA PULCHINELLI